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segunda-feira, 26 de março de 2012

Analise: Kigndom of Heaven

Um Filme épico excelente em que a historia se passa no século 12, em plenas cruzadas cristãs. A historia de um ferreiro francês que vira cavaleiro, e barão por causa do pai um nobre que abandonou sua Mãe. Este Jovem Barão parte para Jerusalém em defesa da cidade santa contra os muçulmanos, cujo lider é Saladino. Este Rei muçulmano esta a lutar para recuperar a cidade.


A maioria das filmagens ocorreu em Ouarzazate e Ait Benhaddou em Marrocos, onde tinha filmado Scott Gladiador e Falcão Negro em Perigo. Uma réplica da Jerusalém medieval foi construída no deserto. As filmagens também aconteceram na Espanha, no Castelo Loarre, Segóvia, Ávila, Palma del Río e da Casa de Pilatos, em Sevilla.
Veja o Trailer

Escrito por:
Pedro Ribeiro

quarta-feira, 21 de março de 2012

Militares Poderam Controlar armas com a Mente

De acordo com a instituição científica britânica Royal Society, estudos recentes no campo da neuro-ciência permitirão que os militares tenham o cérebro ligado a armas, através de ondas cerebrais e já existe até uma tecnologia que se dirige para esse objectivo. O estudo utiliza pequenas ondas eléctricas administradas no cérebro do soldado.


Segundo o relatório da Royal Society, monitorizar electronicamente os sinais cerebrais e enviar estímulos pode aumentar a eficiência no que diz respeito a localizar minas terrestres, ajudar a identificar os civis entre os inimigos e disparar com o pensamento. O objectivo é melhorar o desempenho e a eficiência dos soldados e pilotos, por exemplo.
Caso a técnica seja adoptada, os militares poderão vir a usar interfaces que lhes permita controlar armas remotamente. Recorde-se que o cérebro humano pode processar imagens de forma mais rápida do que os computadores, relativamente a determinados alvos/objectos.

No entanto, o estudo também alerta sobre as implicações éticas dessa inovação, já que pode tornar-se numa medida perigosa e usada de forma ilícita. A Royal Society sugere que exista uma “educação prévia” dos investigadores para estarem cientes das consequências das descobertas.



Escrito por:
Pedro Ribeiro